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O hotel
Um hotel de praia independente, de perfil familiar, construído em torno de um pátio com piscina. Jardim, playground e uma varanda por apartamento. Não é um resort e não tenta ser: é a operação bem-feita que enche de famílias em julho, de casais no réveillon, e onde boa parte dos hóspedes volta no ano seguinte.
O hotel vendia bem. Ocupação nunca foi o problema.
02
O desafio
O problema não era quanto o hotel vendia, era de quem era a venda. Um terço de todo o faturamento passava por um único intermediário. A central de reservas própria, que atendia melhor e vendia mais caro, respondia por menos da metade disso.
A pergunta da direção era específica: dava para inverter essa proporção sem perder volume? A resposta exigia parar de tratar o canal próprio como presença digital e passar a tratá-lo como departamento comercial, com meta, mídia, tarifa e medição em receita.
03
O trabalho
O objetivo
Fazer a venda direta ultrapassar o maior intermediário do hotel dentro de uma temporada.
A operação combinou tráfego pago com meta de reserva, campanhas dedicadas às datas que definem o ano do hotel, remarketing sobre quem visitou o site e não fechou, e trabalho contínuo sobre a base de hóspedes anteriores. A produção de imagem foi interna, do drone à suíte, sem banco de imagens.
Cada campanha subiu com rastreamento até a confirmação da reserva, e a leitura de resultado saiu sempre do relatório de receita por origem do sistema do hotel. É a diferença entre saber quantos cliques a campanha teve e saber quantas diárias ela vendeu.